



Francisco Nascimento
Quem vos escreve é, obviamente, um curioso irremediável.
Nascido nos anos 90, na margem sul, criado no Algarve e residente na capital, reza a lenda que a palavra mais ouvida pela sua mãe durante toda a sua vida terá sido “porquê?”. Isto porque o autor deste projeto dificilmente se conforma com respostas pouco pensadas, desenvolvidas e argumentadas.
Quando ainda tinha cabelo, estudou marketing e publicidade, iludido de que isso o ensinaria a perceber a mente humana e aquilo que move as pessoas. Alegadamente, desiludiu-se quando percebeu que por detrás da tão bonita “criatividade”, estão dados, dados e mais dados.
Foi então trabalhar para perceber o que queria fazer da vida. Acabou onde toda a gente que não sabe o que quer acaba – em consultoria. Lá trabalhou durante 3 anos fantásticos anos, em que aprendeu a utilizar o PowerPoint como um verdadeiro profissional!
Ainda enquanto consultor, fez um mestrado em Gestão de Empresas com especialização em Gestão de Projetos. Parece que o rapaz, apesar de não ser engenheiro civil, gostava de fazer pontes, entre pessoas, tendo terminado o grau de mestre com 18 valores.
Apercebendo-se do seu gosto por ver projetos a nascer, crescer e florescer, enveredou pela profissão de Gestor de Projetos, começando por trabalhar na área de cibersegurança, numa multinacional francesa do setor da banca.
Lá, passou uma excelente temporada, onde fez amigos de várias nacionalidades e percebeu que os franceses, apesar da sua péssima fama, não são assim tão insuportáveis.
Apesar da sua sempre presente personalidade extrovertida, o autor tinha dificuldades em falar em público. Quando havia demasiados olhos em si, o seu cérebro bloqueava. Foi nessa altura que se tornou membro do Lisbon Toastmasters Club.
Foi, também, nesta magnífica instituição que começou a tratar o palco por ‘tu’, tendo feito discurso após discurso, tornando-se depois Vice-Presidente para Membros e, mais tarde, ocupando o lugar de Presidente do clube, cargo que atualmente desempenha.
Neste momento, dentro dos mil e um projetos em que se mete, o autor tem um trabalho a full-time numa instituição financeira, onde gere projetos ligados à tecnologia.
Para além disso, claro, ele adora escrever. Não fosse essa a razão número um para este site existir. Já tendo escrito textos publicados em jornais por todos conhecidos, como o Expresso e o Observador, este rapaz escreve, também, regularmente artigos para o Postal do Algarve.
Como é óbvio, quem não lê não pode escrever. E, talvez por isso, esta pessoa devore livros com uma avidez pouco saudável. Devido ao seu pragmatismo, e à eventual incapacidade de imaginação, gosta de ler não-ficção e nada lhe dá mais prazer do que ler algo óbvio sobre o qual nunca tinha pensado antes.
Nenhum quadrante da vida de quem vos escreve funciona bem sem atividade física frequente. Jogou futebol federado durante 12 anos, praticou krav maga durante 2, atualmente faz ginásio e joga padel ou futebol quando os amigos o convidam.
Quando lhe perguntam o que realmente o faz feliz, ele refere algo que parece, à primeira vista, um clichê: viajar. Talvez o seja, mas o autor não consegue equiparar o sentimento de viajar sozinho pelo mundo a qualquer outro. É provavelmente por isso que já visitou a solo 4 continentes deste planeta e passa a vida a pensar na sua próxima viagem.
Os seus interesses principais são política, economia, história e, claro, comportamento humano. Mas não se prende em tais temas, sendo livre para estudar seja o que for.
Na verdade, uma das poucas coisas que ele realmente sabe, não ousando duvidar, é que para evoluir basta aprender algo antes de dormir!
