1# Inícios e Expedições Marítimas

Olá!

Bem-vindos à minha nova newsletter.

Vocês são os primeiros a embarcar nesta que é a minha primeira aventura no Empreendedorismo Solo.

O objetivo? Fazer com que todos vocês, meus queridos assinantes, aprendam algo antes de caírem nos braços de Morfeu.

Nos braços de Morfeu? Como assim?

Pois bem, já vão aprender uma coisa nova.

“Cair nos braços de Morfeu” é uma expressão proveniente da mitologia grega e refere-se ao ato de dormir de forma serena e profunda. 

Morfeu era o deus grego dos sonhos. 

Vem dele a raiz da palavra Morfina.

Agora que já aprendeste alguma coisa, vamos ao tema de hoje.

Como é a minha primeira newsletter, quero falar-vos de inícios.

Em 1519, Fernão de Magalhães decidiu que a sua vida precisava de um novo rumo — literalmente.

Enquanto a maioria preferia ficar em terra firme, ele convenceu o rei de Espanha a financiar uma expedição ambiciosa…

Encontrar uma nova rota para as ilhas das especiarias navegando para oeste, assim provando que o mundo era, de facto, redondo.

Para a época, esta ideia era um pouco como sugerir hoje colonizar Marte — emocionante, mas recheada de incertezas.

Magalhães partiu com cinco navios e uma tripulação diversificada que, se fosse hoje, provavelmente incluiria um grupo de aventureiros e alguns que apenas queriam fugir de problemas em terra.

No início, o entusiasmo era grande, mas rapidamente a realidade se instalou: tempestades, fome e um oceano que parecia não ter fim.

Os marinheiros, a viver de biscoitos duros e água salobra, começaram a duvidar se aquela viagem era mesmo uma boa ideia ou apenas um devaneio de um comandante obstinado.

E então, após meses de dificuldades, algo inesperado aconteceu…

Encontraram um estreito escondido, uma passagem natural na ponta da América do Sul.

Foi um momento de alívio e triunfo. 

Magalhães batizou-o como Estreito de Magalhães — um gesto que não era tanto de vaidade, mas uma forma de deixar um legado num mundo que ele sabia ser vasto e inexplorado.

Mas o verdadeiro teste estava apenas a começar. 

Ao entrarem no oceano que hoje conhecemos como Pacífico, descobriram um mar que, ao contrário do Atlântico, era estranhamente calmo.

Ainda assim, a travessia revelou-se dura, com semanas sem terra à vista e uma tripulação que começou a definhar.

Apesar de tudo, Magalhães manteve-se firme, impulsionado pela crença de que, depois de tanto sacrifício, um novo mundo os esperava.

No fundo, é essa a essência dos inícios: não há garantias, apenas a determinação de seguir em frente.

Porque, tal como Magalhães, por vezes precisamos de nos lançar no desconhecido — mesmo que isso signifique navegar por mares desconhecidos, guiados apenas pela esperança de que a próxima terra esteja por perto.

E que bela viagem espero fazer convosco.

Até amanhã!

Francisco

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