Olá!
Que tal de início de semana?
Hoje, no trabalho, estava a discutir com um colega sobre aquilo que poderia dar errado num projeto.
Isso relembrou-me da lei de Murphy!
Já ouviram falar?
Esta lei afirma que:
“Se algo pode dar errado, então dará errado.” (“if anything can go wrong, it will”, na versão original)
Traduzido para o dia-a-dia: Se o computador pode pifar, ele vai pifar antes de enviarmos o trabalho que demorámos meses a fazer e do qual não temos um backup.
Ou, mais simples: Se deixarmos o pão cair ao chão, então o lado da manteiga vai cair para baixo!
A origem desta “lei” é atribuída ao engenheiro aeroespacial americano Edward A. Murphy Jr.
Surgiu, em 1949, durante testes de força gravitacional na Força Aérea dos EUA.
Um técnico errou na instalação de sensores, o que, supostamente, levou Murphy a dizer algo como:
“Se há uma forma de fazer errado, ele fa-lo-á.”
O conceito foi rapidamente adotado na cultura popular, principalmente em contextos de engenharia e gestão de projetos, mas também no dia-a-dia.
Apesar de soar pessimista, a Lei de Murphy é geralmente interpretada de forma humorística e filosófica, como uma forma de reconhecer que os imprevistos são inevitáveis e que não devemos esquecê-los.
E, embora haja a abordagem humorística, a Lei de Murphy reflete algumas coisas que nos deviam deixar a pensar…
Em primeiro lugar, a probabilidade e o caos – em sistemas complexos, há mais maneiras de algo dar errado do que certo.
Em segundo, a prevenção de erros, visto que este pensamento incentiva a antecipação de falhas e um planeamento mais meticuloso.
E, por fim, não esquecer a psicologia humana – as pessoas tendem a lembrar-se mais das coisas que correram mal do que das que correram bem.
No fundo, a Lei de Murphy pode ser vista como negativismo puro, mas também como um alerta para tomar todas as precauções possíveis e imaginárias…
Por mais chato e custoso que isso seja!
A forma como eu a encaro é, no fundo, uma forma engraçada de abordar a imprevisibilidade da vida.
E posso dizer-vos que me lembro sempre dela quando estou a fazer algo com importância elevada.
Porque relembra-me da probabilidade de algo que eu não quero que aconteça acabe por acontecer.
Se quiserem, em menos de 5 minutos, perceber esta lei de uma maneira mais visual, então aconselho-vos este video.
Por hoje é tudo 😉
Até amanhã,
Francisco

Leave a Reply